Eu quase nunca sei de nada
Nunca tenho hora marcada
Chego sempre atrasada
O meu jeito de ver ao contrário
Às vezes raro e sincero.
Se nunca fujo, é quando fico
Olhando ao céu, o infinito
O mar de estrelas, desenhos em nuvens
E são sempre tão celestes
A intolerância não me assusta,
nada quase me surpreende
não que eu tenha tantos anos
É que evito a ignorância
E odeio deselegância.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
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Um comentário:
Bom ver-te a prosseguir nos versos. Ainda verei um livro teu publicado. Beijos. Professora Marlisa.
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